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sábado, 20 de abril de 2013

Cientistas desenvolvem nanoesponja capaz de absorver toxinas no organismo



Cada micro estrutura é 3 mil vezes menor do que uma célula sanguínea, e após terminar a varredura, as nanoesponjas são metabolizadas pelo fígado. Imagem: Gizmag
Cada micro estrutura é 3 mil vezes menor do que uma célula sanguínea, e após terminar a varredura, as nanoesponjas são metabolizadas pelo fígado.
Imagem: Gizmag

Você já deve ter assistido a aqueles filmes nos quais um dos personagens é picado por uma cobra mortal e o herói da história é obrigado a sugar a ferida do moribundo para tentar eliminar o veneno, não é mesmo? Pesquisadores da Universidade da Califórnia desenvolveram nanoesponjas capazes de fazer exatamente isso: eliminar da corrente sanguínea toxinas nocivas para o organismo.

As nanoesponjas foram criadas a partir de um polímero biocompatível que foi recoberto com segmentos de membranas celulares dos glóbulos vermelhos do “hospedeiro”. Esse revestimento serve para enganar o sistema imunológico da vítima e evitar o seu ataque. Assim, essas micro estruturas contam com passagem livre para circular e varrer a corrente sanguínea de toxinas ou bactérias resistentes a medicamentos.
 Nanovarredura
Cada micro estrutura é 3 mil vezes menor do que uma célula sanguínea, e após terminar a varredura, as nanoesponjas são metabolizadas pelo fígado sem causar qualquer dano ao órgão e, depois, eliminadas. De momento, os testes foram realizados com ratinhos de laboratório, que foram infectados com o Staphylococcus aureus — ou SARM —, um tipo de bactéria resistente a diversos tipos de antibióticos.
Os pesquisadores registraram um índice de 89% de sobrevivência entre os animais que receberam as doses de nanoesponjas antes da infecção, e de 44% entre os que foram injetados depois de serem infectados pela SARM.
Apesar de terem descoberto esta incrível característica das nanoesponjas, o foco dos experimentos é o de desenvolver estruturas desse tipo para liberar medicamentos na corrente sanguínea e tratar diversos tipos de câncer, assim como toxinas “teleguiadas” capazes de buscar e destruir determinados tipos de células.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

FAPERJ: Edital de Apoio à Inovação Tecnológica pré-seleciona 78 projetos

Ao divulgar a listagem dos projetos pré-selecionados em seu edital de Apoio à Inovação Tecnológica - 2013, a FAPERJ anuncia seu apoio a propostas de 35 municípios fluminenses. São 78 projetos de empresas e empreendedores, envolvidos em diversas atividades econômicas, como tecnologia da informação, geração de energia, design, confecções, química, óleo e gás, alimentação, entre outros.

Foram recebidas ao todo 423 propostas, cuja qualidade e quantidade levaram a disponibilização de recursos adicionais ao edital, que, ao todo, financiará um total de R$ 16 milhões. Segundo o diretor de Tecnologia da Fundação, Rex Nazaré Alves, "o programa de fomento à inovação tecnológica da FAPERJ têm atraído cada vez mais e melhores projetos. A abrangência dos municípios contemplados também foi ampliada, com projetos apresentados de 54 municípios fluminenses". Ele acrescenta: "Como pode ser observado no edital, é obrigatória a indicação dos setores da economia com base na tabela do Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e Comércio (MDIC). Essa informação é considerada importante, ao verificar sua aplicação aos arranjos produtivos locais (APLs) de cada município. Dessa forma, não é de se estranhar que alguns projetos tenham aplicação na área de petróleo e gás. É importante lembrar que entre os projetos não selecionados encontra-se um número considerável de bons projetos excluídos apenas por limitação de recursos."

Puderam concorrer empresas brasileiras sediadas no estado do Rio de Janeiro; empresários que exerçam atividades como produtores rurais; sociedades cooperativas; inventores independentes; empreendedores individuais. Esses proponentes puderam, ou não, estar em cooperação com instituições científicas e tecnológicas (ICTs) sediadas no estado. Cada proponente precisou comprovar experiência no tema proposto ou em áreas correlatas, especialmente nos últimos cinco anos, por meio de declaração de terceiros (clientes e/ou parceiros no desenvolvimento de outros produtos ou processos) e sinopse descritiva dos processos e produtos desenvolvidos.

Cada um dos projetos precisa contemplar áreas de interesse para o desenvolvimento socioeconômico fluminense, como aeroespacial, agropecuária, aquicultura; biocombustíveis, biodiversidade, biotecnologia, design, energias alternativas, energia nuclear, medicina regenerativa, meio ambiente, nanotecnologia, naval, petróleo e gás, robótica, rochas ornamentais, saúde, segurança pública e defesa, siderurgia, tecnologias da informação, tecnologias de comunicação, transporte, TV digital e outras.

Dos recursos do edital, 50% financiarão despesas de capital (material permanente, equipamentos e obras e instalações), enquanto o restante será disponibilizado para despesas de custeio (material de consumo; pequenas reformas e adaptações de infraestrutura e instalações; serviços de terceiros (pessoas físicas e jurídicas) com caráter eventual para a manutenção de equipamentos e material permanente para a realização de pequenos reparos e adaptações de bens imóveis, e para a contratação de licenças de softwares; diárias e passagens, desde que compreendam despesas necessárias para o desenvolvimento do projeto; despesas de importação (até o limite máximo de 18% do valor do bem importado). Cada um dos projetos submetidos não poderá solicitar recursos acima de R$ 400 mil. O prazo para execução do projeto será de até 24 meses. Os proponentes deverão apresentar contrapartida aos recursos da FAPERJ de, no mínimo, 10% do valor solicitado. A contrapartida poderá contemplar gastos previstos no projeto, mesmo em itens não financiáveis pela FAPERJ, quando especificamente destinados à consecução do projeto.

Para a etapa final, os proponentes dos projetos pré-selecionados devem apresentar documentação para comprovação da regularidade econômica e financeira para projetos pré-qualificados até 10 de maio. A divulgação dos resultados finais deverá acontecer a partir de 6 de junho.


Confira a listagem completa dos pré-selecionados no edital de Apoio à Inovação Tecnológica - 2013


Fonte: FAPERJ

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Brasil: Plano Inova Empresa - NANOTECNOLOGIA


SELEÇÃO PÚBLICA MCTI/FINEP/FNDCT 

Subvenção Econômica à Inovação – 03/2013 - Nanotecnologia



1. OBJETIVO 
Esta Seleção Pública visa conceder recursos de subvenção econômica para o desenvolvimento de produtos e/ou processos inovadores, que envolvam significativo risco tecnológico associados à clara oportunidade de mercado, visando o desenvolvimento de produtos com base em processos nanotecnológicos inovadores.

2. TEMAS 
2.1. Serão apoiados projetos de inovação em nanotecnologia nos seguintes temas:
   1. Plásticos e Borrachas
   - Produtos nanotecnológicos com barreiras de gases e/ou umidade
   - Produtos nanotecnológicos com propriedades antimicrobianas 
   2. Papel e Celulose
   - Produtos nanocelulósicos (nanofibras, nanopartículas, etc) a partir de biomassa
   - Nanocompósitos de alta performance a partir de celulose ou que incorporam produtos nanocelulósicos 
   3. HPPC – Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos
   - Produtos nanotecnológicos de alta performance ou que introduzam novas funcionalidades
2.2. O resultado da proposta que será objeto desta Seleção Pública, ao final do período de sua execução, deverá estar em condição de ingressar em uma das etapas de certificação, produção e/ou comercialização. Por isso, não serão aceitas propostas cujo resultado esteja aquém destas possibilidades.
3. RECURSOS FINANCEIROS A SEREM CONCEDIDOS 

No âmbito desta Seleção Pública serão comprometidos recursos não-reembolsáveis (veja aqui o significado p.09) do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT até o limite de R$30.000.000,00 (trinta milhões de reais), conforme tabela a seguir:










Caso o somatório do valor das propostas selecionadas em um dos setores acima seja inferior ao valor de referência correspondente, os recursos poderão ser transferidos para as propostas selecionadas em outro tema desta Seleção Pública.

4. QUEM PODE PARTICIPAR 

Empresas brasileiras de qualquer porte, individualmente ou em associação com outra(s) empresa(s) brasileira(s), sendo que todas deverão atender às seguintes condições:
a) ter realizado o registro na Junta Comercial ou no Registro Civil das Pessoas Jurídicas (RCPJ) de sua jurisdição até 31/12/2009;
b) ter efetuado alguma atividade operacional, não operacional, patrimonial ou financeira nos anos de 2010, 2011 e 2012 e
c) ter objeto social, na data de divulgação da presente Seleção Pública, que contemple atividade operacional pertinente ao tema. 
No caso de associação de empresas, a principal responsável pelo desenvolvimento do produto ou processo inovador, conforme o objetivo desta Seleção Pública, deverá ser inscrita na proposta como “beneficiária proponente” e as demais como “beneficiária(s) coexecutora(s)”. A participação da(s) empresa(s) coexecutora(s) deverá ser efetiva e relevante na execução do projeto, não podendo se caracterizar como prestação de serviços.

Continua... Veja o restante do Edital aqui

Fonte: FINEP
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Vejam:
a) BRASIL: Plano Inova Empresa - Investimento em Inovação Tecnológica
b) FINEP: Agência Brasileira da Inovação - Política Operacional 2013-2014
c) FINEP dá a largada do Plano Inova Empresa com mais de R$ 5 bi em novos recursos
d) Setor energético tem cerca de R$ 6 bi através do Plano de Inovação do Governo


BRASIL: Plano Inova Empresa - Investimento em Inovação Tecnológica


O QUE É?

O Inova Empresa é um plano de investimento em inovação do Governo Federal que prevê a articulação de diferentes ministérios e a disponibilização de apoio financeiro por meio de crédito, subvenção econômica, investimento e do financiamento a instituições de pesquisa. Até 2014 serão aplicados mais de R$ 30 bilhões em inovação.

PARA QUEM?

Os recursos são destinados a empresas brasileiras de todos os portes que tenham projetos inovadores. O plano apoia setores considerados prioritários pelo Governo, como Saúde, Aeroespacial, Energia, Petróleo e Gás, Tecnologia Assistiva e Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). O pacote está diretamente alinhado com os esforços da FINEP – Agência Brasileira da Inovação na promoção do desenvolvimento nacional por meio do financiamento público a projetos de C,T&I.

QUANDO?

Já é possível se candidatar a uma parcela desses recursos, através dos programas e editais já divulgados. Para facilitar o acesso e desenvolver potencialidades locais, a FINEP dispõe de uma política operacional, que apresenta as formas de apoio disponíveis, e aposta na integração de diferentes instrumentos e na descentralização da aplicação financeira.

QUAIS SÃO OS INSTRUMENTOS?


INOVA BRASIL

Por meio do Inova Brasil, a FINEP oferece financiamento reembolsável, ou seja, empréstimos em condições altamente competitivas para o apoio às atividades inovadoras das empresas brasileiras. Os juros podem variar de 2,5 a 5% ao ano, com até 48 meses de carência e até 120 meses para pagar. A FINEP apoia variadas atividades relacionadas ao desenvolvimento tecnológico: desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços; aprimoramento de produtos, processos e serviços; e produção e comercialização pioneiras.

INOVACRED

Através desse programa, a FINEP está selecionando agentes financeiros (Bancos de Desenvolvimento, Agências Estaduais de Fomento e Bancos Estaduais Comerciais com carteira de desenvolvimento), descentralizando a atividade de crédito. O primeiro agente credenciado é o BADESUL. Cada agente terá recursos disponibilizados no valor de até R$ 30 milhões para o financiamento de empresas com receita operacional bruta de até R$ 90 milhões. A meta é, em cinco anos, financiar quase duas mil empresas inovadoras.

TECNOVA

O TECNOVA, lançado em setembro de 2012, conta com R$ 190 milhões (recursos da subvenção econômica) para aplicação em micro e pequenas empresas. Ele vai possibilitar o desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos que agreguem valor aos negócios e ampliem seus diferenciais competitivos. O Programa será operado por parceiros descentralizados em cada estado da Federação.

INOVA PETRO

Uma ação de integração de instrumentos e instituições já acontece no INOVA PETRO, programa que envolve recursos da FINEP (nas modalidades de crédito, subvenção econômica e cooperativo ICT-Empresa) e do BNDES, com apoio técnico da Petrobras. O primeiro edital do programa foi lançado em agosto de 2011. Após o encerramento de sua primeira etapa, foi recebida uma demanda de R$ 2,7 bilhões por meio de 37 cartas de manifestação de interesse.

TECNOLOGIA ASSISTIVA

Em novembro de 2012, a FINEP lançou uma chamada pública que vai financiar empresas brasileiras no desenvolvimento de produtos inovadores relacionados a esportes paralímpicos. A ideia é promover a inclusão social das pessoas com deficiência. Ao todo, serão destinados 
R$ 20 milhões em recursos não reembolsáveis da subvenção econômica.


SUBVENÇÃO

A FINEP irá apoiar com cerca de 150 milhões de reais em recursos não reembolsáveis projetos de empresas de qualquer porte nas áreas de Nanotecnologia, Biotecnologia,Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), Construção Sustentável e Saneamento Ambiental.


Fonte: FINEP

quarta-feira, 17 de abril de 2013

FINEP dá a largada do Plano Inova Empresa com mais de R$ 5 bi em novos recursos


Glauco Arbix, presidente da FINEP (Foto: João Luiz Ribeiro/FINEP)


Um mês após o lançamento do Plano Inova Empresa pela presidenta Dilma, a FINEP já lançou dois programas conjuntos – Inova Saúde e Inova Energia – e quatro editais ligados ao Plano, que vai aplicar R$ 32,9 bilhões nos próximos dois anos em inovação. 


A tônica dos novos programas (que envolvem cerca de R$ 5 bi) é: integração de instrumentos e instituições. Além disso, a FINEP reformulou suas iniciativas voltadas à descentralização financeira, já tendo cadastrado três instituições (BADESUL, BRDE e AgeRio) para operar o Inovacred, sua pioneira aposta para aplicar em parceria recursos de crédito.

Na semana passada, um evento na FIESP marcou o lançamento do Programa Inova Saúde. “A área de saúde é uma das nossas prioridades, já que 30% de toda a inovação criada vem desse setor, além de ser uma obrigação social do país", disse Glauco Arbix, presidente da FINEP”. Até aqui, o programa conta com dois editais – um para Biofármacos, Farmoquímicos e Medicamentose outro para Equipamentos Médicos – que somam R$ 2 bilhões. A iniciativa envolve FINEP, Ministério da Saúde e BNDES.

No começo do mês, FINEP, BNDES e ANEEL lançaram o Inova Energia, que vai aplicar R$ 3 bilhões (1,2 bilhão da FINEP, R$ 1,2 bilhão do BNDES e R$ 600 milhões da ANEEL) no setor elétrico. Pelas estimativas da FINEP, o Inova Energia deverá destravar uma necessidade de financiamento de projetos estimada em R$ 1,8 bilhão para 2013.

No tocante aos editais de subvenção econômica (recursos não reembolsáveis, que não precisam ser devolvidos), a FINEP lançou um pacote de quatro chamadas com um total de R$ 144 milhões, para empresas de qualquer porte, nas seguintes áreas:nanotecnologia, biotecnologia, Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), construção sustentável e saneamento ambiental.


Os interessados devem mandar suas propostas até o mês de maio, conforme o cronograma específico de cada edital. A área com mais recursos é TICs, que dispõe de R$ 60 milhões para o desenvolvimento de produtos ou processos inovadores que envolvam significativo risco tecnológico, associados a claras oportunidades de mercado. 

Veja aqui o Edital
Os temas apoiados serão: computação em nuvem; petróleo, gás e mineração; defesa cibernética; componentes, dispositivos semicondutores e eletrônicos; e aeroespacial. As propostas podem ser enviadas até 7 de maio.

Nanotecnologia tem R$ 30 milhões para o desenvolvimento de produtos ou processos inovadores que envolvam risco tecnológico. Serão apoiados projetos relacionados a plásticos e borrachas (R$ 12 milhões); papel e celulose (R$ 10 milhões); e higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (R$ 8 milhões). O prazo para envio de propostas é 16 de maio.

A área de construção sustentável e saneamento ambiental também dispõe de R$ 30 milhões. O prazo para envio de propostas é 13 de maio de 2013.

Biotecnologia tem R$ 24 milhões para projetos de inovação em produtos com aplicação nas áreas de cosmética a partir da biodiversidade brasileira, agronegócio e saúde animal. O prazo é 9 de maio.



Fonte: FINEP
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Vejam:
a) FINEP lança quatro editais de subvenção no valor de R$ 144 milhões
b) MCTI investirá R$ 110 milhões em nanotecnologiad
c) Dilma anuncia Plano de R$ 32,9 bi para inovaçãod
d) Inovação Tecnológica em saúde receberá R$ 8,3 bilhões

Rádio CBN: Curitiba recebe congresso de nanobiotecnologia. Entrevista com Bonald Figueiredo


Curitiba recebe congresso de nanobiotecnologia. Entrevista com Bonald Figueiredo
Redação
Ouça a entrevista com Bonald Figueiredo, diretor do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe.
Ouça a entrevista



Fonte: CBN Cuririba
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Vejam:
a) II Simpósio Internacional de Nanobiotecnologia

Científicos crean 'nanoesponja' que absorbe toxinas del organismo


Nanotecnólogos estadounidenses crearon una 'nanoesponja' capaz de absorber la secreción de las bacterias y el veneno de serpientes e insectos, según la revista científica 'Nature Nanotechnology'.




"Es un método totalmente nuevo para extraer toxinas del torrente sanguíneo. No es un antídoto para venenos específicos, sino una plataforma capaz de neutralizar diferentes tipos de toxinas, incluida la secreción del estafilococo áureo y otras bacterias resistentes a los antibióticos", declaró Liangfang Zhang, de la Universidad de San Diego, EE.UU.

 El equipo de Zhang creó un método universal para proteger el organismo de la intoxicación por venenos de bacterias y animales mediante un sistema de camuflaje que permite a las nanopartículas eludir la reacción del sistema inmunitario.
Según los científicos, las nanopartículas no pueden permanecer en la sangre durante mucho tiempo porque el sistema inmunitario las considera extrañas y las elimina inmediatamente. 
Los nanotecnólogos resolvieron este problema creando para las nanopartículas una cobertura compuesta por una membrana celular de eritrocitos. La cobertura protege a las nanopartículas de los leucocitos y mejora su capacidad de absorber las moléculas del veneno que intentan destruir los eritrocitos.
La esponja fue probada en ratones a los que se les inyectó el estafilococo áureo. Las nanopartículas permanecieron más de 40 horas en la sangre de los ratones y absorbieron la mayor parte de las toxinas. Después de desintegrarse las partículas, la nanocobertura fue transferida al hígado, donde las toxinas fueron neutralizadas. Actualmente científicos planean aplicar la nueva técnica en pruebas clínicas

Fonte: El Siglo

OECD Sponsorship program and Working party on manufactured nanomaterial meetings, Paris FRANCE



         Organisation for Economic Co-operation and Development

The 11th Meeting of the OECD Working Party on Manufactured Nanomaterials (WPMN) was held in Paris, France from 18 to 21 February 2013. It included participants from government, the Business and Industry Advisory Committee, Environmental NGOs, the International Organisation for Standardisation, the Food and Agriculture Organisation and the UN Institute for Training and Research (UNITAR).


The meeting was an opportunity to advise delegations of the various regulatory and technical developments under way in Australian departments/agencies and to be appraised of international developments that enable us to benchmark our work against comparable overseas agencies and to learn from their experiences. The meeting also discussed progress on the OECD Sponsorship Program for the Safety Testing of a Representative Set of Manufactured Nanomaterials and agreed next steps to enable the initial (exploratory) phase of this program to be completed by June 2013. An Australian Consortium led by the CSIRO is participating in the Sponsorship Program.

The WPMN is progressing projects on risk assessment of nanomaterials, voluntary and regulatory programs exposure assessment and exposure mitigation and health and environmental testing of manufactured nanomaterials.

The outcomes from all WPMN activities are published on the OECD public website (http://www.oecd.org/env/ehs/nanosafety/publicationsintheseriesonthesafetyofmanufacturednanomaterials.htm)



OECD: Working Party on Nanotechnology (WPN)

Organização para a Cooperação e Desenvolvimento

OECD Working Party on Nanotechnology (WPN): Vision Statement


1. Nanotechnology is the set of technologies that enables the manipulation, study or exploitation of very small (typically less than 100 nanometers) structures and systems. Nanoscience and nanotechnology advances have the potential to affect virtually every area of economic activity and aspect of daily life. Nanotechnology contributes to the development of novel materials, devices and products, the number of products, and the diversity of nanomaterials and nanosystems, being predicted to increase rapidly in the coming decade as a result of continuous innovation in many sectors.2. Nanotechnology presents new opportunities and challenges to governments. Nanotechnology is likely to offer a wide range of benefits, including helping to address a range of societal and environmental challenges, e.g. in providing renewable energy and clean water, in improving health and longevity, as well as in addressing issues relating to the environment. However, unlocking this potential will require a responsible and co-ordinated approach to ensure that potential challenges are being addressed in parallel with the development and use of technology.

3. OECD is playing its part in this process and is developing a large body of work. Under the Committee on Scientific and Technological Policy (CSTP), a Working Party on Nanotechnology (WPN) was established in March 2007. The objective of the WPN is to advise on emerging policy-relevant issues in science, technology and innovation related to the responsible development and use of nanotechnology.

4. In undertaking its work, the work of the WPN complements the activities of other OECD committees and other organisations. The OECD Chemicals Committee Working Party on Manufactured Nanomaterials (established in 2006) is working on international co-operation in health-related and environmental safety-related aspects of manufactured nanomaterials.

5. By working together, member countries will reach a better understanding of the potential challenges and opportunities of nanotechnology so that they can support its responsible development and use.

The OECD Working Party on Nanotechnology (WPN) was established in March 2007 to advise upon emerging policy issues of science, technology and innovation related to the responsible development of nanotechnology. It is a subsidiary group of, and receives its mandate from, the Committee for Scientific and Technological Policy (CSTP).

The WPN works co-operatively with other OECD groups, including the Working Party on Manufactured Nanomaterials (WPMN, subsidiary to the Chemicals Committee); the Working Party on Biotechnology (WPB); the group of National Experts for Scientific and Technological Indicators (NESTI) and their parent committees.

What's new

Planning Guide for Public Engagement and Outreach in Nanotechnology
This guide comprises eight key points for planning public engagement activities. It contains a set of questions to help policy makers develop a plan from start to finish, as well as practical case studies from countries that have used the guide in their communication activities.


Fonte: OECD

segunda-feira, 15 de abril de 2013

II Simpósio Internacional de Nanobiotecnologia


Complexo
Simpósio Internacional de Nanobiotecnologia em Curitiba
O Simpósio de Nanobiotecnologia será apresentado em inglês, sem  tradução simultânea. O evento irá apresentar os avanços e dados recentes das pesquisas de 21 pesquisadores estrangeiros e brasileiros, e dados de 40 pôsteres de outros pesquisadores. A nanobiotecnologia utiliza inúmeros métodos para produzir e usar partículas de diversos materiais, geralmente numa escala  variando de nanométrica (10-9m) até micrométrica (10-6m). Estas partículas são geralmente utilizadas no diagnóstico e/ou tratamento de doenças.
Trabalhos no formato de pôsteres relacionados à nanobiotecnologia são bem-vindos (no máximo 40), e eles serão visitados nos intervalos do almoço e coffee breaks. Os apresentadores de pôsteres (apenas o primeiro autor) serão isentos do pagamento da inscrição.
Total de inscrições: 200
Palestrantes: 8 estrangeiros e 16 brasileiros
Certificado: 22 horas (2 créditos) emitido pelo “Programa de Mestrado e Doutorado em Saúde da Criança e do Adolescente da FPP” (Medicina 2, conceito 5)

II International Symposium on Nanobiotechnology

The Nanobiotechnology Symposium will be presented in English without simultaneous translation. The event will present the latest advances and research data of 21 Brazilian and international researchers, with additional poster presentations from meeting participants. Nanobiotechnology uses a variety of methods to produce and use particles of various materials, usually on a scale ranging from nanometer (10-9m) to micrometer (10-6m). These particles are widely used in the diagnosis and / or treatment of diseases among many other uses.
Work in the form of posters related to nanobiotechnology are welcome (maximum 40), and they will be visited during lunch and coffee breaks. Presenters of posters (only the first author) will be exempted from registration fees.
Total enrollment: 200
Speakers: 8 international and 16 Brazilian
Certificate: 22 hours (2 credits) issued by the “Masters and PhD Program in Child and Adolescent Health of FPP” (Medicine 2 Concept 5)
Comitê Científico do Simpósio sobre Nanobiotecnologia /
Nanobiotechnology Scientific Committee
Adam C. Smith (IPPPP, Curitiba-PR)
Bonald C. Figueiredo (IPPPP, Curitiba-PR)
Cyro Ketzer Saul (UFPR, Curitiba-PR)
Katherine Carvalho (IPPPP, Curitiba-PR)
Paulo C. Camargo (UFPR, Curitiba-PR)
Roberto Rosati  (IPPPP, Curitiba-PR)
Valtencir Zucolotto (IFSC, São Carlos-SP)
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Local dos Eventos: Centro de Eventos CIETEP / Federação das Indústria do Paraná
Rua Comendador Franco, 1341 – Jardim BotânicoCuritiba – PR, Brasil  – CEP 80215-090

18 e 19 de abril de 2013
april, 18 - 19 / 2013

Eventos
1. Simpósio Internacional de Nanobiotecnologia / International Symposium of Nanobiotechnology
2. Curso de Redação e Edição de Artigos Científicos em Inglês / Scientific Writing and Editing Course
3. Empreendedorismo – O objetivo deste terceiro evento é promover o intercâmbio de pesquisa e negócios entre empresas, pesquisadores e participantes (15 empresas de pequeno e grande porte selecionadas, todas envolvidas com nanotecnologias ou edição de artigos científicos em inglês). / Business Entrepreneurship – The goal of this third event is to promote the exchange of research and business experiences (15 entrepreneurs, including small and large companies involved with nanotechnologies or scientific writing and editing). 
Nosso objetivo – Nos cruzamentos da comunicação com a tecnologia e a inovação.Este simpósio composto de 3 partes tem como objetivo gerar novas oportunidades para pesquisadores brasileiros e internacionais. A seção de nanobiotecnologia do simpósio visa compartilhar novos desenvolvimentos no campo da nanobiotecnologia com estudantes e pesquisadores do Brasil.
A seção de Redação e Edição Científica irá fornecer explicações detalhadas e a tática ideal para estudantes e profissionais da ciência que estão à procura de estratégias para melhorar suas habilidades na preparação de manuscritos, conferências, cartazes e outras apresentações. Finalmente, a seção de Empreendedorismo irá facilitar a interação entre alunos, professores e empresas visando expandir o potencial de novas oportunidades / colaborações em ambientes industriais e acadêmicos. Este simpósio inovador se concentra na comunicação, empreendedorismo e trabalho em rede com as empresas acadêmicas e privadas relacionadas com os temas das conferências.
Os participantes nesta reunião pode optar por participar do Simpósio de Nanobiotecnologia ou o Workshop e Curso de Escrita Científica e Edição. Todos os participantes podem participar do empreendedorismo, interagindo com os participantes acadêmicos e comerciais durante os longos intervalos de café e pausas para o almoço.