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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Closing the loopholes on REACH


The upcoming review of the REACH chemicals regulation provides an opportunity to close the loopholes on the legislation and regulate nanomaterials, endocrine disrupters and chemical cocktails, writes Monique Goyens.
Monique Goyens is director-general of BEUC, the European consumer organisation.
"EU legislators are this year due to review REACH, the major chemicals regulation. For a variety of reasons, this is a crucial opportunity to close existing loopholes.
First, REACH is unfit to deal with nanomaterials. Despite recent patchwork improvements, such as the recently updated European Chemicals Agency guidelines on manufacturers’ information obligations and the safety assessments of chemicals, there are still significant risks to the consumer safety and the environment which can be countered by amending REACH.
The one tonne threshold for registration obligations should be lowered from one tonne to 10 kilogrammes.
That there is no legal definition for the term ‘nanomaterial’ in REACH is a serious lack.
Furthermore, all nanomaterials should be considered ‘new substances’ and should necessitate safety testing before use.
There is insufficient transparency as to which products and services use nanomaterials. What consumers need and BEUC is calling for is a mandatory reporting scheme for manufacturers to specify in which products they use nanomaterial and what quantity.
All these goals can only be achieved by amending REACH or the adoption of new nanomaterial specific legislation.
Secondly, REACH must also ensure chemicals harmful to our hormonal system, known as endocrine disrupters, are more effectively regulated. The REACH review should introduce ‘endocrine disrupter’ as a separate category of concern and such chemicals should be classified.
The Commission should adopt a harmonised definition, thus allowing chemicals with endocrine disrupting properties to be quickly put on the candidate list of Chemicals of Very High Concern (CVHCs). Such chemicals would require authorisation prior to their marketing.
Third is the issue of so-called chemical cocktails. Despite a multitude of laws such as REACH, the General Product Safety Directive, sector-specific regulations on toys, food, medical devices etc., we as Europe’s consumers still come into daily contact with a chemical cocktail via the food we eat, the water we drink, the air we breathe, the cosmetics we apply to our skin and the clothes we wear.
This potentially dangerous chemical cocktail can lead to chronic diseases such as infertility, diabetes or cardiovascular illness and can be carcinogenic.
At present, this chemical cocktail is insufficiently considered in EU legislation and the regulatory approach needs urgent modernisation by taking into account the latest scientific findings.
A final point we believe needs addressing during the REACH review is the blatant lack of enforcement – a fact underlined by a recent European Commission study. The resources available to national market surveillance authorities are inadequate to control consumer articles before they are placed on the market. Thus it is likely that consumer products such as textiles or toys containing harmful substances hit our shelves although their use is restricted.
Reviewing a law is an opportunity to make improvements based on past experience. Despite good first steps, improvements are still needed so that REACH makes the use of chemicals in Europe safer."

Fonte: EurActiv

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Cientista cria ‘nariz eletrônico’ que detecta gases perigosos no ar


Um professor da Universidade da Califórnia em Riverside, nos Estados Unidos, desenvolveu um equipamento incomum: um “nariz eletrônico” para detectar pequenas quantidades de substâncias sem cheiro que são potencialmente perigosas.
A invenção, segundo um boletim da universidade, tem potencial para ser aplicada em várias áreas. O “nariz” pode ser usado na agricultura, para detectar pesticidas; na indústria, para detectar vazamentos de gás e emissão de poluentes; e com fins militares, para detectar armas químicas.

Foto: Divulgação/Universidade da Califórnia
O protótipo do pesquisador Nosang Myung foi desenvolvido em conjunto com uma empresa de nanotecnologia (ramo que pesquisa tecnologia miniaturizada), mas a patente é exclusiva da universidade, segundo o boletim.
A invenção tem 10 centímetros de largura por 18 de comprimento, afirma o site da universidade. Com esse tamanho é possível usar multi-sensores para detectar até oito toxinas.
A meta do pesquisador é reduzir o protótipo para o tamanho de um cartão de crédito. Só o sensor do equipamento, que teria apenas um canal de detecção de toxina, ficaria com o tamanho de uma unha, segundo a nota da Universidade da Califórnia.
A expectativa da empresa parceira da universidade é começar a vender o produto em 2013. Os esforços da companhia agora são para criar versões ainda menores do “nariz” e programas para a invenção.

Foto: Divulgação/ Universidade da Califórnia
O protótipo inclui entradas USB e sensores de temperatura e de umidade. A próxima versão do projeto, que deve ser divulgada em um mês, vai incluir um GPS e pode vir com acesso sem fio à internet.
Invenções parecidas
A ideia do “nariz eletrônico” não é nova, apesar de os inventos elaborados por cientistas em outros locais do mundo serem usados para outros propósitos.
Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) anunciaram há dois anos que estavam criando um equipamento capaz de identificar cocaína e maconha pelo ar em até um minuto. Também sob o nome de “nariz eletrônico”, o aparelho detectaria a droga mesmo em quantidades muito pequenas, escondidas em bolsas, roupa ou outros objetos.
No fim de 2011, cientistas indianos anunciaram que estavam “prestes” a criar um “nariz eletrônico” para detectar tubercoluse com um sopro. Chamado de “E-Nose”, o dispositivo teria aparência semelhante à de um bafômetro usado pela polícia.
Em Israel, também em 2011, pesquisadores criaram uma invenção similar para detectar sinais químicos de câncer através do hálito de pacientes. O aparelho permite detectar tumores no pulmão, entre outros.
Aqui no Brasil a Universidade de São Paulo (USP) também tem um aparelho semelhante, conforme divulgamos aqui no Blog da Saúde.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

CURSO: Nanotecnologia Têxtil

Nanotecnologia ajuda em doença cardíaca

Gautam Naik

Materiais da nanotecnologia foram usados por cientistas para reparar tecidos vitais danificados em ataques cardíacos, sugerindo uma nova maneira de tratar a insuficiência cardíaca.

Os experimentos, realizados em ratos e porcos, resultaram no crescimento de novos vasos sanguíneos e na melhora na função cardíaca, sem efeitos colaterais nocivos, disseram os cientistas, ontem, em artigo publicado na revista "Science Translational Medicine".

"Atualmente, não existem terapias aprovadas na medicina regenerativa para a insuficiência cardíaca", disse Karen Christman, professora assistente de bioengenharia da Universidade da Califórnia em San Diego, que não participou dos recentes experimentos. "Esses resultados são muito animadores."

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que mais de 17 milhões de pessoas morreram de doenças cardiovasculares em 2008. Nos Estados Unidos, cerca de 785 mil pessoas terão ataques cardíacos pela primeira vez neste ano, e 470 mil sofrerão de ataques recorrentes. Embora mais pacientes estejam sobrevivendo a esses eventos, cerca de dois terços não têm uma recuperação completa e ficam vulneráveis à insuficiência cardíaca.

Alguns cientistas esperam poder transplantar células no coração dos pacientes para estimular o crescimento de novos tecidos. Os testes em animais deram resultados promissores, e a expectativa é que os testes em seres humanos em grande escala comecem nos próximos meses. Mas dados preliminares sugerem que o método talvez produza apenas pequenas melhoras na função cardíaca.

Uma técnica alternativa é injetar uma proteína conhecida como VEGF, a sigla em inglês para fator de crescimento vascular endotelial, para estimular o crescimento dos vasos sanguíneos do coração. Esse método não funcionou bem até agora porque a circulação sanguínea no coração tende a impelir rapidamente para fora o VEGF.

Em seus experimentos publicados recentemente, pesquisadores descreveram uma solução de engenharia para o problema. Eles elaboraram fibras com fragmentos de proteína e em seguida formaram com elas uma estrutura quadriculada. Cada fibra tem apenas cinco nanômetros de largura e cem nanômetros de comprimento. (Um nanômetro é o comprimento de três a seis átomos colocados lado a lado.)

A estrutura quadriculada vem sob a forma de um gel viscoso. Os cientistas a mesclaram ao VEGF e injetaram a combinação no coração de dois grupos de animais de laboratório, ratos e porcos, nos quais haviam induzido ataques cardíacos. Em ambos os casos, em vez de ser arrastado pelo fluxo sanguíneo, o VEGF permaneceu fixo na estrutura quadriculada e foi lentamente liberado ao longo de várias semanas.

Estimativa é que, neste ano, 785 mil pessoas terão ataques cardíacos pela primeira vez nos Estados Unidos

As células-tronco da medula óssea normalmente circulam no sangue e fazem parte da "equipe de reparos" dos tecidos danificados. Nos experimentos com animais, quando essas células detectaram que o VEGF estava sendo liberado, elas se transferiram para o coração e ali começaram a produzir vasos sanguíneos minúsculos, ou capilares.

"As nanofibras criam um microambiente especial no coração que mobiliza as células-tronco", disse Patrick Hsieh, cirurgião cardíaco da Universidade Nacional Cheng Kung, de Taiwan, e autor principal do artigo.

No entanto, a formação de novos capilares não basta para ajudar um coração fraco. Para que a regeneração continue, as células-tronco, tanto da medula óssea como do próprio coração, devem ser induzidas a formar uma segunda camada de tecido, necessária para a formação das artérias, que são maiores e mais grossas que os capilares.

Para surpresa dos cientistas, a liberação prolongada do VEGF alcançou esse resultado.

"Esta é a descoberta mais marcante do nosso método", disse Hsieh. "Constatamos um crescimento arterial mais de cinco vezes maior que nos grupos de controle", os quais incluíam um grupo de animais que só recebeu o VEGF, e outro que só recebeu as nanofibras, sem o VEGF. O crescimento de novas artérias contribuiu para melhorar a função cardíaca dos animais, disse Hsieh.

Os pesquisadores também detectaram a criação de novos músculos cardíacos. Isso também é importante, pois o tecido de "cicatrização" que naturalmente se forma após um ataque cardíaco é muito fino e pode ficar esticado de uma maneira que altera a forma do coração. Nas experiências recentes, o gel de nanofibras pareceu reforçar essas áreas mais fracas do coração.

Os resultados benéficos nos suínos foram particularmente importantes, uma vez que seu coração tem semelhança significativa com o coração humano; mas restam dois desafios antes que a técnica possa ser testada em pessoas com segurança.

"Precisamos determinar o efeito de longo prazo nos animais, e precisamos determinar o momento ideal em que as nanofibras de VEGF devem ser administradas", disse Hsieh.

Os pesquisadores disseram que trataram os ratos e porcos imediatamente após um ataque cardíaco. No caso de pessoas, disse Hsieh, também pode ser eficaz ministrar o tratamento na primeira semana após um ataque cardíaco, quando a atividade das células-tronco é maior.

O momento exato agora terá de ser definido. "Embora essa terapia seja promissora", disse Christman, "é importante verificar se o efeito positivo sobre a função cardíaca se manterá em longo prazo."

Fonte: Sociedade Brasileira de Farmácia Comunitária

Fingertip mounted silicon nanomembranes provide sensing platform


The intricate properties of the fingertips have been mimicked and recreated using semiconductor devices in what researchers hope will lead to the development of advanced surgical gloves. The sensing platform, which makes use of silicon nanomembranes, is capable of responding with high precision to the stresses and strains associated with touch and finger movement.


Fabrication steps
Fabrication steps
Imagine the ability to sense the electrical properties of tissue, and then locally remove that tissue, precisely by local ablation, all via the fingertips using smart surgical gloves. Alternatively, or perhaps in addition, ultrasound imaging could be possible,” said John Rogers of the University of Illinois at Urbana-Champaign.


The team, which also features scientists from Northwestern University and Dalian University of Technology, creates the sensors by transfer printing a preformed mesh structure onto the outer surface of a finger-tube moulded out of silicone rubber.
The researchers experimented with having the electronics on the inside of the device, in contact with wearer’s skin, and also on the outside. They believe that because the device exploits materials and fabrication techniques adopted from the established semiconductor industry, the processes can be scaled for realistic use at reasonable cost.
Perhaps the most important result is that we are able to incorporate multifunctional, silicon semiconductor device technologies into the form of soft, three-dimensional, form-fitting skins, suitable for integration not only with the fingertips but also other parts of the body,” added Rogers.
Indeed, the team now intends to create a “skin” for integration on other parts of the body, such as the heart. In this case, a device would envelop the entire 3D surface of the heart, like a sock, to deliver various sensing and actuating functions, providing advanced surgical and diagnostic information relevant to cardiac arrhythmias.
Future challenges include creating materials and schemes to supply the device with wireless data and power.
More details are available in the journal Nanotechnology.

Avanço da nanotecnologia é tema de debate do Senai-SP na Bienal do Livro

Flávia Dias,
Agência Indusnet Fiesp


Palestrantes abordam a importância da união entre o setor produtivo e acadêmico para formação de mão de obra capacitada





Oswaldo Luiz Alves, professor titular do Instituto de Química da Unicamp.
O Brasil tem uma posição de destaque na área de nanotecnologia, mas precisa investir na formação de mão de obra. Esta é a opinião do professor titular do Instituto de Química da Unicamp, Oswaldo Luiz Alves.
Ele participou neste sábado (11/08), no Anhembi,  da mesa de debate “Os avanços da Nanotecnologia”, iniciativa das editoras do Sesi-SP e Senai-SP durante a 22ª Bienal Internacional do Livro.
O evento, coordenado pelo gerente de inovação do Senai-SP, Oswaldo Lahoz Maia, contou também com a participação do professor do Instituto de Química da Unicamp, Juliano Alves Bonacink, e do diretor da SAE Brasil seção São Paulo, Ricardo Takeo Kuwabara.
Durante sua explanação, Oswaldo Luiz Alves afirmou que nos próximos anos o Brasil terá que superar grandes desafios na área social, indústria e educacional para expandir os avanços na área de nanotecnologia.
O Brasil têm grandes chances de nesta área, mas nós temos que fazer escolhas. Nós não vamos fazer a nanotecnologia da Alemanha, muito provavelmente nós não vamos fazer a nanotecnologia dos Estados Unidos. Nós temos que achar problemas onde nós tenhamos vantagens competitivas”, alertou Alves.

Ricardo Takeo Kuwabara, diretor da SAE Brasil seção São Paulo
Neste sentido, o diretor da SAE Brasil seção São Paulo, Ricardo Takeo Kuwabara alertou sobre a importância da conscientização da população sobre a aplicação da nanotecnologia.
“[De nada vale] Se a gente não explicar para a população, nas escolas do ensino primário, ginásio e técnico, isso que está começando no Senai-SP, explicando o que é nanotecnologia e os seus fenômenos. Isso é o que precisa ser feito”, afirmou.
Capacitação profissional
De acordo com o professor do Instituto de Química da Unicamp, Juliano Alves Bonacink, a falta de mão de obra especializada é um grande empecilho para os avanços da área de nanotecnologia. Segundo o docente, a parceria entre o setor acadêmico é necessária para reverter esse quadro: “Não adiante ter as máquinas se você não tem pessoas capacitadas. Em alguns setores nós temos uma instrumentação muito boa. O que às vezes falta são pessoas qualificadas”, avaliou.
Bonacink acredita que a iniciativa do Senai-SP, de promover o estudo da nanotecnologia – por meio de cinco escolas móveis de Nanotecnologia -  na formação básica  dos estudantes, deve ser seguida por outras instituições e órgãos governamentais.

Professor do Instituto de Química da Unicamp, Juliano Alves Bonacink.
“Os jovens têm que começar a pensar em tecnologia, no desenvolvimento de ações a médio e longo prazo, para poder ingressar numa universidade ou entrar numa empresa sempre levando este espírito de inovação. Então eu acho que esse seria um ponto diferencial”, disse Bonacink.
As Escolas Móveis de Nanotecnologia do Senai-SP são as primeiras do Brasil. Atualmente, a entidade já tem duas em operação, mas o projeto de atuação na área contempla um total de cinco. As escolas móveis têm como objetivo disseminar os conceitos de nanotecnologia, além de oferecer capacitação profissional e informação tecnológica a alunos dos ensinos fundamental, médio, técnico e tecnólogo (superior).
Após o encerramento da palestra, os convidados participaram do lançamento do livro “Nanomundo”, resultado do esforço de diversos especialistas das áreas acadêmica e empresarial e do Senai-SP, responsável pela organização do conteúdo técnico.
No debate da esquerda para a direita: Oswaldo Luiz Alves, Professor Titular do Instituto de Quimica da Unicamp; Osvaldo Lahoz Maia, Gerente de Inovacao e Tecnologia do Senai-SP; Juliano Alves Bonacin, Professor do Instituto de Quimica da Unicamp; Ricardo Takeo Kuwabara, diretor da SAE Brasil.


Fonte: FIESP

Unidades móveis de nanotecnologia do Senai-SP são atração na Bienal do Livro

Flávia Dias e Talita Camargo,
Agência Indusnet Fiesp


Público pode visitar as unidades e participar de experiências dessa nova vertente da ciência



Duas Escolas Móveis de Nanotecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP) estão abertas à visitação durante a 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 9 a 19 de agosto, no Anhembi, na capital.
Unidade de Nanotecnologia do Senai-SP reúne experimentos científicos

As unidades móveis são salas de aula com design inovador e equipadas com o que há de mais novo em microscópios eletrônicos e equipamentos de alta tecnologia. Nelas, o visitante pode assistir a demonstrações e experiências de aplicações práticas de nanociência e nanotecnologia.
Segundo o superintendente do Sesi-SP e diretor regional do Senai-SP, Walter Vicioni, o projeto tem como objetivo disseminar os conceitos de nanotecnologia, além de oferecer capacitação profissional e informação tecnológica a alunos dos ensinos fundamental, médio, técnico e tecnólogo (superior). “[As escolas móveis] mostram a flexibilidade que tem o Senai e a sua mobilidade de estar em diferentes espaços”, afirmou.

Walter Vicioni: 'As escolas móveis mostram a flexibilidade que tem o Senai e a sua mobilidade de estar em diferentes espaços'
Além disso, permite que alunos da rede Sesi-Senai possam interagir com essa nova tenologia. “A escola móvel é a visitação de todas as escolas do Sesi-SP e do Senai-SP. Após os alunos terem uma iniciação sobre o tema nas salas de aula, visitarão o interior da escola móvel para fazer alguns experimentos”, explicou o agente de inovação do Senai-SP, Carlos Alberto Pereira Coelho.
Pioneirismo
As Escolas Móveis de Nanotecnologia do Senai-SP são as primeiras do Brasil. Atualmente, a entidade já tem duas em operação, mas o projeto de atuação na área contempla um total de cinco.
“Falar de pioneirismo é falar um pouco do Estado de São Paulo e, também, é falar um pouco do Senai-SP. Então elas [as escolas móveis] estão aqui não só porque vão despertar o gosto pela leitura e pela inovação, mas também porque são totalmente inovadoras ao trazer para o público, principalmente os escolares, este nanomundo”, acrescentou Vicioni.
O mercado de produtos que incorporam nanotecnologias atingiu US$ 135 bilhões em 2007, devendo alcançar US$ 263 bilhões neste ano. “É uma tecnologia emergente e o Brasil está numa posição econômica favorável para acompanhar outras ações no desenvolvimento de uma tecnologia nova”, salientou Pereira Coelho.
Nanomundo

Carlos Alberto Pereira Coelho, agente de inovação do Senai-SP
O livro Nanomundolançamento da Senai-SP Editora, é resultado do esforço de diversos especialistas das áreas acadêmica e empresarial e do Senai-SP, responsável pela organização do conteúdo técnico.
A obra se propõe a abordar de forma objetiva essa nova vertente da ciência, que busca reorganizar as estruturas de tudo que a natureza oferece a partir de suas menores partículas.
A publicação será lançada no dia 11/8, no Espaço Biblioteca, ao preço de R$ 58. Antes, às 15h, no Espaço Arena, haverá mesa de debates sobre os avanços da Nanotecnologia.
Tecnologia emergente
A nanotecnologia é uma tecnologia emergente, responsável pela ruptura com modelos e processos tradicionais, o que é fundamental para o desenvolvimento e a competitividade das indústrias e nações.
Os principais resultados conseguidos são produtos têxteis com novas funcionalidades (controle da sudorese e repelente de insetos, por exemplo); materiais com elevadas propriedades mecânicas (dureza e resistência); cosméticos funcionais; borrachas recicláveis; medicamentos com diversas propriedades; células fotovoltaicas; e alimentos funcionais.
Serviço
Apresentação das duas Escolas Móveis de Nanotecnologia do Senai-SPLocal: Espaço Arena – Pavilhão de Exposições do Anhembi
Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana, Capital
Data: de 09 a 19 de agosto de 2012
Mesa de Debates: Os avanços da NanotecnologiaLocal: Espaço Arena – Pavilhão de Exposições do Anhembi
Data e horário: 11 de agosto de 2012 (sábado), às 15h
Lançamento do livro NanomundoLocal: Espaço Biblioteca – Pavilhão de Exposições do Anhembi
Data/horário: 11 de agosto de 2012 (sábado), às 16h
Veja aqui a programação completa do Sesi/Senai na Bienal.
Fonte: FIESP

Senai-SP Editora lança livro Nanomundo e abre à visitação pública 2 escolas móveis de nanotecnologia


Rosângela Gallardo,
Agência Indusnet Fiesp
De 09 a 19/08, na Bienal do Livro, visitantes conhecerão as tecnologias do futuro e participarão de experiências dessa nova vertente da ciência
Quer descobrir um pouco mais sobre a ciência do futuro e a capacidade de criar coisas a partir da manipulação da matéria numa escala atômica e molecular? Pois essa possibilidade está sendo oferecida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP) ao público da 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que se realizará de 9 a 19 de agosto. Durante o evento, haverá a apresentação de duas Escolas Móveis de Nanotecnologia e o lançamento do livro Nanomundo, pela Senai-SP Editora.
O livro Nanomundo é resultado do esforço de diversos especialistas das áreas acadêmica e empresarial e do Senai-SP, responsável pela organização do conteúdo técnico. A obra se propõe a abordar de forma objetiva essa nova vertente da ciência, que busca reorganizar as estruturas de tudo que a natureza oferece a partir de suas menores partículas. A publicação será lançada no dia 11/8, no Espaço Biblioteca, ao preço de R$ 58. Antes, às 15h, no Espaço Arena, haverá mesa de debates sobre os avanços da Nanotecnologia.
Aplicações práticas
As escolas móveis – unidades equipadas com o que há de mais novo em microscópios eletrônicos e equipamentos de alta tecnologia –, promoverão demonstrações e experiências de aplicações práticas de nanociência e nanotecnologia.
A nanotecnologia é uma tecnologia emergente, responsável pela ruptura com modelos e processos tradicionais, o que é fundamental para o desenvolvimento e a competitividade das indústrias e nações. Os principais resultados conseguidos são produtos têxteis com novas funcionalidades (controle da sudorese e repelente de insetos, por exemplo); materiais com elevadas propriedades mecânicas (dureza e resistência); cosméticos funcionais; borrachas recicláveis; medicamentos com diversas propriedades; células fotovoltaicas; e alimentos funcionais. O mercado de produtos que incorporam nanotecnologias atingiu US$ 135 bilhões em 2007, devendo alcançar US$ 263 bilhões neste ano.
As Escolas Móveis de Nanotecnologia do Senai-SP são as primeiras do Brasil. Atualmente, a entidade já tem duas em operação, mas o projeto de atuação na área contempla um total de cinco. As escolas móveis têm como objetivo disseminar os conceitos de nanotecnologia, além de oferecer capacitação profissional e informação tecnológica a alunos dos ensinos fundamental, médio, técnico e tecnólogo (superior).
ServiçoApresentação das duas Escolas Móveis de Nanotecnologia do Senai-SP
Local: Espaço Arena – Pavilhão de Exposições do Anhembi
Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana, Capital
Data: de 09 a 19 de agosto de 2012
Mesa de Debates: Os avanços da NanotecnologiaLocal: Espaço Arena – Pavilhão de Exposições do Anhembi
Data e horário: 11 de agosto de 2012 (sábado), às 15h
Lançamento do livro NanomundoLocal: Espaço Biblioteca – Pavilhão de Exposições do Anhembi
Data/horário: 11 de agosto de 2012 (sábado), às 16h
Fonte: FIESP

terça-feira, 14 de agosto de 2012

NASA selects next nanosatellite flight demonstration missions


The NASA missions will use CubeSats similar to Montana State University's Explorer-1 [Prim...
The NASA missions will use CubeSats similar to Montana State University's Explorer-1 [Prime] CubeSat (Image: Montana State University, Space Science and Engineering Laboratory)


Having landed the car-sized Curiosity rover on Mars, NASA is looking in the other direction with its Small Spacecraft Technology Program. Dedicated to improving small satellite technology, the program recently awarded contracts to three teams working in the areas of communications, formation flying and docking. The tricky bit is that the satellites they’re working with are only four inches (10.16 cm) tall.
The three projects are based on CubeSats, a class of cubical nanosatellites that are four inches (10.16 cm) on each side and weigh about three pounds (1.36 kg). This may seem rather small for a satellite – and it is – but these tiny spacecraft do have many advantages over their larger counterparts. First, they are very inexpensive as satellites go. Second, being so small and light, they can be sent into orbit as hitchhikers with bigger satellites for a fraction of the cost.

But what really sets the CubeSats apart is that what they lack in complexity, they make up for in numbers. CubeSats aren’t so much independent spacecraft as they are building blocks. Instead of going up singly, groups of
CubeSats can be launched that can either fly in formation or they can dock with one another to form a larger satellite with greater capabilities. Think of them as like those electronic modular toys where you plug modules together to make radios or other devices.

The three missions selected by NASA are intended to exploit the advantages of the CubeSat standard. One, called the "Integrated Solar Array and Reflectarray Antenna (ISARA) for High Bandwidth CubeSat," is a US$5.5 million mission by Richard Hodges, NASA Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, California and Pumpkin Inc. of San Francisco. Its purpose is to increase the amount of data that a tiny satellite can transmit by turning its solar array into a reflector for the satellite’s communications antenna.

Another $3.6 million project by Siegfried Janson, Aerospace Corporation of El Segundo, California, is for "Integrated Optical Communications and Proximity Sensors for Cubesats.
" This involves a pair of CubeSats that will use lasers for communicating with the ground as well as radar and optical sensors to help nanosatellites when maneuvering near one another.

The third is the "Proximity Operations Nano-Satellite Flight Demonstration,
" by Charles MacGillivray, Tyvak Nano-Satellite Systems LLC of Orange, California, Applied Defense Solutions Inc. of Columbia, Maryland, 406 Aerospace LLC of Bozeman, Montana, and California Polytechnic State University of San Luis Obispo. This $13.5 million mission will use two satellites, each made of three CubeSats, to practice rendezvous and docking maneuvers in orbit.

The flights are due to take place in 2014 and 2015.

Fonte:
Gizmag

Brasil anuncia R$ 5,2 milhões para elevar escala em nanotecnologia


Foto: Divulgação
Com o objetivo de apoiar o processo de expansão e consolidação de competências nacionais em nanociência e nanotecnologia, o CNPq lançou um edital que tem como escopo o desenvolvimento de tecnologias inovadoras na produção, prototipagem ou aumento de escala em nanotecnologia. 
A submissão das propostas pode ser feita até o dia 19 de setembro.
O edital está disponível neste link.
A chamada pública contemplará propostas que proponham a realização de pesquisa básica ou aplicada, de fronteira, promovendo a interação entre teoria e experimento. Espera-se acelerar o processo de desenvolvimento cooperativo por meio da articulação entre instituições científicas e tecnológicas e empresas.
O valor global do edital é de R$ 5,2 milhões. 
As propostas a serem apoiadas deverão ter o prazo máximo de execução estabelecido em 24 meses. Serão contemplados projetos em duas categorias. A primeira deverá ser coordenada por pesquisadores que possuem grau de doutor há menos de dez anos. Já a segunda faixa contemplará estudos desenvolvidos por cientistas com grau de doutor adquirido há dez anos ou mais.